JogÃO

Jogão. Há palavra que descreva melhor Unilever 3x2 Pinheiros?

Era o que se esperava do confronto entre os invictos da Superliga e dos times com os melhores técnicos do campeonato. E eles não decepcionaram.

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Antes da partida eu comentei no último post que apostava mais no trio de ponteiras do Pinheiros do que no do Unilever. Achei que a força das três atacantes, apesar de medianas, superaria a força do conjunto de ataque do Rio de Janeiro que é liderado pela extraordinária Sheilla, mas que conta com as instáveis Regiane e Suelle. 

Pois me enganei. Apesar do bom trabalho feito pelas ponteiras do Pinheiros, Sheilla conseguiu, mais uma vez, se destacar, levar o time nas costas e ganhar o jogo para o Unilever. 

Não que a vitória não mereça ser compartilhada com alguma de suas colegas. Jucy e Dani Lins foram bem também. Mas é impossível não dar boa parte do crédito aos 34 pontos da Sheilla.

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Ao que tudo indicava, até quarto set, o jogo seria decidido nos detalhes. Mas não foi. Levar 8 pontos seguidos de uma equipe não é detalhe. É uma bobeada das grandes. 

E no caso, o Pinheiros errou feio na hora decisiva e desperdiçou de forma amadora e boba tudo o que havia construído até então. 

Mérito do Unilever em forçar o saque e manter a tranqüilidade para correr atrás do placar? Sim. Mas muito mais demérito do Pinheiros em perder o controle do jogo no momento de decisão.

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De qualquer forma, a partida mostrou que o Pinheiros não está só fazendo uma figuração de luxo na SL. Já aprendeu como vencer o Sollys. Resta saber superar o outro “grande” do vôlei brasileiro, o Unilever. Chegou perto. Falta pouco pra roubar a cena dos protagonistas.

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