Levantadores


Desde que a Fofão saiu, as levantadoras da seleção tornaram-se o assunto principal das discussões. Quem merecer ser convocada? Quem deve ser a titular?

O Zé chegou a uma solução bem prática: Dani Lins e Fabíola são as titulares. Quem estiver melhor no momento joga.

Depois de começar o Mundial, a Dani perdeu lugar pra Fabíola. Ao contrário do que o Bruno Voloch deduziu, a Dani não foi a culpada pelos jogos ruins da seleção. O passe que ela recebeu na partida contra a República Tcheca, por exemplo, foi covardia.

Porém, percebe-se que a Fabíola tem maior controle emocional. A Dani, na seleção, parece não lidar bem com a pressão. E ela foi a que teve mais tempo de comandar como titular a seleção. Das três levantadoras testadas, ela foi a que teve as maiores oportunidades. Mas toda vez que o “caldo engrossou”, ela perdeu lugar: seja pra Tiemi na Copa dos Campeões ou pra Fabíola no Grand Prix.

E pior: não sei se é da minha cabeça, mas há algum tempo noto que as ponteiras preferem jogar com a Fabíola.

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Lo Bianco entra pra história do vôlei italiano

Não tinha parado pra pensar que desde que me lembro de acompanhar os jogos da Itália, a Lo Bianco é a levantadora titular. Tem muita habilidade para se admirar. No Mundial ainda sofre com problemas físicos, mas é um diferencial a favor da seleção italiana.

Quando a Lo Bianco sair da seleção, vai acontecer algo semelhante com a saída da Fofão da seleção brasileira. Tantos anos no comando do time e poucas jogadoras preparadas para assumir. A Itália ainda tem a Francesca Ferreti - fora nos últimos anos por problemas com o técnico – e a reserva atual Rondon, que parece ser bastante habilidosa, além de ser alta. Mas vai ser um momento delicado, como sabemos por experiência própria.

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