Déjà Vu

O jogo de hoje me lembrou um do Grand Prix de 2005 contra o Japão. Ok. Era fase classificatória, mas o sufoco foi bem parecido.

O Brasil perdeu os dois primeiros sets. O intervalo entre o segundo e terceiro sets salvou a seleção de perder para as donas da casa. Renatinha entrou no lugar da Sheilla (quem diria!) e ajudou a mudar a história da partida.
 
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Foi um resultado significativo para aquele grupo que recém se formava. E foi uma mostra do tipo de comportamento que a seleção adotaria a partir de então.

Por mais que o Brasil se tenha complicado no jogo de hoje, quando chegou o momento decisivo, cresceu. E tem sido assim desde 2005. É um time que inspira confiança mesmo sob pressão.
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Muitos vão recordar a derrota do Brasil na final do último Mundial, em 2006. Tentaram manter o rótulo de “amarelonas” na seleção. Criticaram o time porque tinha perdido o tie-break depois de estar vencendo por 13-11.

Quem assiste vôlei com freqüência sabe que esta é uma vantagem perfeitamente reversível, principalmente quando o adversário é a Rússia.

Foi uma injustiça para uma equipe que, depois do trauma nas Olimpíadas de Atenas, aprendeu a lidar com a pressão e que desde 2005 a única coisa que as identifica com o amarelo é o uniforme.

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