Brasil 3x1 EUA

O que torna os confrontos entre Brasil e Estados Unidos tão interessantes é que são times bem parecidos. Mesclam atacantes de força e habilidade, bloqueiam e defendem bem. Têm comissões técnicas bastante estudiosas o que transforma qualquer partida em um jogo de estratégia.

Hoje não foi diferente. As equipes se alternaram na liderança do placar e a partida foi equilibrada durante quase todo o tempo. Com bons sistemas defensivos, a bola demorava pra cair.

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Por sorte e competência brasileira, a central Akirandewo mal apareceu na partida. O saque do Brasil complicou o passe americano e as opções de jogadas pelo meio. Hooker teve altos e baixos, mas continua sendo a dor de cabeça do bloqueio brasileiro. 

No time do Brasil, Fabiana ficou devendo. Parecia desatenta e fora do ritmo do jogo. Natália, Sheilla e Jaqueline se revezaram na força de ataque, mas houve pouca variação de jogadas por parte da Fabíola no levantamento. 

Primeiro lugar garantido e nos livramos de encontrar a Rússia antes da hora. Porque o discurso de que “não escolhemos adversário” é bonito na teoria, mas na prática ninguém quer pegar as russas nas semi. Deixemos esse trabalho para as americanas.

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Impressionante. Cuba continua sendo a pedra no sapato da Itália. A derrota por 3x1 para as cubanas deixou as italianas na quarta colocação no grupo e uma bela preocupação para os próximos anos. Uma renovação é necessária. Será que Barbolini continua no cargo?

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