2011 é logo ali


Tomara que este seja um projeto que o Zé Roberto consiga realmente realizar não só ano que vem, mas para os próximos anos. Mesmo que ele não continue depois de 2012, seria importante que a seleção tivesse esta tradição de manter duas equipes.

Todas as seleções com o calendário cheio e apertado de competições como o Brasil fazem isso.
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Acho até que o Grand Prix não deveria ser disputado pelo time A, como afirma o Zé. Ele deveria poupar as jogadoras para a Copa do Mundo.

Claro que a FIVB fica no pé para levar a seleção principal e quer que todos esgotem suas jogadoras mais importantes no extenuante GP. Tipo esse ano. Enquanto a Rússia poupava 
Sokolova e Gamova, o Brasil perdia Mari e Paula e Lo Bianco e Piccinini pioravam suas lesões defendendo a Itália.

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Mais do que ser um espaço para experimentar novas jogadoras, a equipe B vai dar a oportunidade para atletas como a Camila Brait e a Adenízia ganharem rodagem. São nomes que merecem a chance de jogar e nos quais se tem grande expectativa.

Aliás, já está na hora do Zé apostar na Brait no lugar da Fabi. Todo mundo quer ver essa menina jogando pela seleção depois do que ela fez no Osasco nos últimos anos.

Acho até que a Fabi fez um bom campeonato Mundial. Mas, não é justo empacar a ascensão da Brait.

2011 é o ano perfeito para colocá-la em quadra e ver como ela assume a responsabilidade de ser titular.

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