Grupo C

Grupo C: Estados Unidos, Cuba, Alemanha, Cazaquistão, Tailândia e Croácia.
Vale a pena ficar de olho porque é com este grupo que o Brasil cruza na segunda fase.

Nem é preciso dizer que os EUA chegam ao Japão como favoritos. É a equipe que surpreendeu este ano, não só pelo título alcançado no Grand Prix, mas pelo bom conjunto – mescla de jogadores experientes com jovens talentosas. É um time bem equilibrado. Tem dificuldades no passe, mas, no geral, se apresenta bem em todos os fundamentos. E tem no banco um técnico super competente, campeão olímpico com a seleção masculina, Hugh McCutcheon. O primeiro lugar do grupo é deles.

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Cuba vem com um elenco extremamente jovem. Calderón, que poderia contribuir com mais experiência, não vai estar no Mundial. É engraçado ler na ficha do time cubano no site da FIVB que o objetivo do time é ficar entre os... 8 primeiros. É engraçado, mas é a realidade. Cuba não tem mais estofo para disputar as primeiras posições. Vem perdendo espaço até nas competições continentais para República Dominicana e Porto Rico. Com a instabilidade que lhe é característica, deve se atrapalhar com times menos tradicionais e perder para os favoritos.

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A Alemanha tem totais condições de brigar com Cuba pela segunda posição do grupo. Não acredito que a má atuação no Grand Prix se repita no Mundial. É um time guerreiro, uma arma útil para aqueles que não conseguem igualar o jogo na qualidade.

E por fim, a Croácia pode ser uma surpresa e dar trabalho com as atacantes Sanja Popovic e Senna Usic. Elas e a central Maja Poljak trazem na bagagem a experiência de terem passado pelo vôlei italiano.

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