As 14 jogadoras dos EUA pro Mundial

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Ponteiras: Logan Tom, Cynthia Barboza, Megan Hodge e Jordan Larson
Centrais: Heather Bown, Foluke Akinradewo e Jen Joines-Tamas
Opostas: Nancy Metcalf, Destinee Hooker e Ogonna Nnamani
Líberos: Stacy Sykora e Nicole Davis
Levantadoras: Alisha Glass e Lindsey Berg



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É, a levantadora Berg apareceu do nada pra esta competição. Resta saber com qual forma física.
 
Não me agrada este tipo de esquema que o time norte-americano costuma adotar no qual as jogadoras mais experiente ficam de fora do time por um bom tempo e retornam para as competições importantes. No meu entendimento, tem que ter uma entrega e um comprometimento com a equipe o tempo todo. Chegar só na hora do filé é fácil.
 
Se fosse no Brasil, comprometeria o relacionamento no grupo. Mas para eles não deve ser tão absurdo. Não é a primeira vez que acontece.
 
Achei até que com o técnico Hugh McCutcheon, as coisas seriam diferentes, afinal Logan Tom e Sykora disputaram as competições deste ano. Ainda se a Berg fosse uma Fofão até justificaria...


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Titulares nas Olímpíadas de Pequim, Kimberly Glass e Tayyiba Haneef-Park foram desbancadas nestes dois anos pelas jovens Hodge, Larson e Hooker. À primeira vista parece ser uma boa troca. Perde em experiência, ganha em qualidade. Mas as novatas ainda têm que enfrentar o teste de jogar um grande campeonato e carregar o peso de serem favoritas.

Comentários

Edson disse…
Sei lá, a tática do Hugh pode dar certo ou não.

Vejamos,

o Brasil sempre usa suas melhores jogadoras, exceto em competições muito descartáveis como Final Four no Peru. Resultado? Mari e Paula fora, Sheilla com mini-contusões, Dani Lins idem.

Nos EUA no ano pós-olímpiada o técnico não chamou nenhuma veterana, preferiu jogar o Grand Prix com novas. Foi mal, mas descobriu grandes atletas, algumas agora inclusive titulares de sua equipe, como a Larson. E voltou no ano seguinte com as veteranas que ainda jogam am alto nível. Logam Tom, por exemplo, chega em grande forma.

Não digo que há uma forma certa ou errada, um título ou não na verdade não comprova isso. Mas, para mim, mesmo sendo difícil de aceitar, Mari, Sheilla e Fabiana, por exemplo, jamais deveriam ter jogado pós-pequim. A mesma garay que vai ao Mundial agora, poderia ter jogado em 2009. A Regiane. Enfim. Mas, falar agora e de fora é fácil. Não cucifico a comissão do Brasil. Deram azar.

Pra mim, entretanto, hoje, é fato que Hugh McCutcheon é o melhor técnico da atualidade.
Anônimo disse…
" Mas, para mim, mesmo sendo difícil de aceitar, Mari, Sheilla e Fabiana, por exemplo, jamais deveriam ter jogado pós-pequim."

Aff..não acredito q eu li isso.
Anônimo disse…
A forma q o ZRG conduz a equipe e seleciona as jogadoras é muito mais coerente e segura do q a tática do "Mac Hugh" (desculpem o trocadilho..rs).

Pensar no coletivo é fundamental, até pq jogadoras credenciadas como a Logan Tom, vão estar jogando com uma levantadora nova, e no vôlei todos sabem q entrosamento é crucial, sem falar em rítmo de jogo q atleta vai abrir mão com a equipe.

Haneef tinha muitos problemas no passe e apesar da altura, não tinha impulsão e faltava habilidade. Se o bujãozinho da Berg não estiver ainda maior, enquanto reserva, é uma boa opção.

Os EUA junto com o Brasil, Itália, Rússia, e a sempre imprevisível China são os favoritos ao título.
LaCauda disse…
Edson, tb acho q o Zé poderia ter dado uma folga pra certas jogadoras e experimentado outras.

Porém, aqui no Brasil a mentalidade não é essa. E ano passado jogamos bastante no Brasil, o q quer dizer q a CBV deve ter pressionado para as olímpicas estarem presentes nestas partidas.

Acho q os EUA e até Itália fazem certo ao poupar suas jogadoras, principalmente pós Olimpíadas.

Ainda assim, acho q tem um limite. A Berg caiu de pára-quedas neste time. Aí acho q não tem nada a ver.
Anônimo disse…
Vou ter q descordar de vc La Cauda,
Até mesmo pq o Brasil é capaz de formar um time B p/torneios de menor expessão, como foi no Final Four, e podería ser no Montreux, no classificatório p/ o Grand Prix e Sul-Americano.

Agora ofercer privilégios para determinadas jogadoras da seleção titular e não p/ outras, podería desestabilizar o grupo, que deve ser manter unido, entrosado e focado nas competições principais, Copa dos Campeões, Copa do Mundo, Grand Prix, Mundial e Olimpíadas.
Anônimo disse…
Ponto para quem sugeriu folga as "carimbadas". Jaqueline passou um ano fora da seleção, não jogou Sulamericano, Montreux, Copa Pan... e olha a forma dela agora? Mari, por sua vez, jogou tudo isso, e olhem onde ela está? fabiana e Sheilla, apesar de não terem contusões graves, sofreram e sofrem com as costas.

Não tem nada a ver com privilégio, é trabalho a longo prazo. Premiar/poupar atletas que servem há anos a sleção e todos sabemos de seu valor e importância.