Alto Lá!


Na entrevista da Mari e da Sheilla no Roda de Vôlei, comentou-se os possíveis nomes para assumir o posto de levantadora. Entre eles, Ana Cristina e Camila Adão. Ambas também foram citadas pela colunista da Folha de São Paulo, Cida Santos, e até pelo Zé Roberto.


Sou só eu ou tem mais alguém que não tá entendendo o raciocínio? Estamos falando de duas levantadoras com estaturas abaixo de 1,75m. Talentosas, mas baixas.
 
O discurso do “mundo do vôlei” sempre foi o de renovar com jogadoras cada vez mais altas. É claro que há os seus exageros, mas o espaço das ‘baixinhas’ está restrito. São jogadoras que ainda funcionam muito bem a nível nacional, mas a nível internacional - com exceção da líbero - são presenças cada vez mais raras.


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Daqui a alguns anos, pode até ser que a Camila e a Ana tornem-se jogadoras brilhantes, mas, no momento, sequer são titulares de seus times. A não ser que seja um gênio do levantamento como a Fofão, não há porque bancar - logo no início da preparação - jogadoras com menos de 1,80m.
 
Se é pra fazer uma renovação, façamos direito desde o início. Quem for formada agora servirá ao Brasil, provavelmente, por mais de um ciclo olímpico. Com as estatura das duas citadas acima, a vida útil será curta: não deve passar da próxima Olimpíada.

Comentários

Anônimo disse…
Acho a Ana uma boa levantadora,mas ficando na reserva da Fofão vai ser muito difícil ela ser chamada né? E eu também acho que se é pra renovar,q renove certo de uma vez!!